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Autor: Carlos Alberto - Data: 08/06/2017 21:04

Desamparados, sofredores usam até a Casa da Cultura como abrigo

Jornal flagrou doloroso episódio, de menina sendo despertada por funcionário da Prefeitura, no último sábado; mendicância, no Município, nunca esteve tão intensa
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Pessoas sem residência fixa e em pleno estado de miséria têm utilizado a parte externa da Casa da Cultura, no Parque Mogiana, em Guaxupé, para pernoitar. Vítimas de circunstâncias distintas, elas passam os dias em pontos centrais, onde praticam a mendicância e, à noite, aproveitam colchões velhos e roupas de cama doadas para se abrigarem do frio. Cena dolorosa e que expõe mais uma falha do poder público, a situação é visível para quem visitar o Parque Municipal Mogiana, como na manhã do último sábado, quando o Jornal JOGO SÉRIO flagrou uma jovem sendo despertada por funcionário da Prefeitura. Embora apiedado com a condição da moça, ele alegou ser obrigado a retirá-la do local, onde ocorreria evento sociocultural naquele mesmo dia. – Além do Parque, mendigos e andarilhos são facilmente vistos, geralmente embriagados, também em outros pontos da cidade: durante o dia, por exemplo, nos semáforos das avenidas Conde Ribeiro do Valle e Dona Floriana; à noite, debaixo de papelões no portão de um imóvel da Avenida Paulo Ribeiro do Valle; sob a ponte da Vila Progresso; nas praças da Saudade (do Cemitério), da Bandeira, entre outras localidades. A municipalidade, que trabalha nestes casos por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social, tem entidades parceiras, a fim de atuar em casos desta natureza. Contudo, o que se vê pela cidade são pessoas emocional e fisicamente carentes de amparo, oportunidades e com uma incerteza de vida cada dia maior.

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