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Autor: Carlos Alberto - Data: 18/08/2017 16:35

Apoio de "Demá da Cemig" ao Judiciário guaxupeano é reconhecido durante conferência no Fórum

Homenagem foi feita durante a "7ª Conferência do Juizado de Menores"
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A memória do guaxupeano Ademar Carlos Barbosa Filho, que foi morto aos 53 anos, vítima de assalto residencial, no dia 26 de maio último, foi homenageada pelos organizadores da “7ª Conferência do Juizado da Infância e Juventude”. Realizado em Guaxupé, nesta quarta-feira, 16 de agosto, no Fórum, o evento destacou o reconhecimento, a fim de demonstrar a gratidão dos organizadores para com os feitos de “Demá da Cemig”, como era conhecido o cidadão.

A homenagem foi feita no intervalo entre as palestras da Conferência, tendo o organizador, Luiz Antônio Ferreira, e sua equipe, exibido texto do estagiário Pedro Rezende de Magalhães e presenteado a filha de Ademar, Flávia (que é assessora do juiz Milton Biagioni Furquim), com uma orquídea. Emocionante, o momento destacou a importância dos méritos de Demá, prestados ao Judiciário guaxupeano.

Após a homenagem, familiares de Ademar, presentes à ocasião, agradeceram o gesto: “É muito difícil a dor que estamos passando, mas é muito gratificante saber que a maior parte dos cidadãos guaxupeanos tinha o maior apreço por meu pai. Ele foi uma pessoa que lutou em prol do bem da cidade e sempre só foi do bem. Infelizmente, a criminalidade e as fatalidades que andam acontecendo estão destruindo nossa cidade. Mas, em nome dele e de nossa família tocaremos a vida, conforme ele nos ensinou, sendo pessoas do bem e tentando ajudar ao próximo”, disse João Chueire Barbosa, um dos três filhos de Ademar.

Também presente, o juiz Milton Furquim enfatizou a grande do momento: “Realmente, o ocorrido com o Ademar foi uma coisa que chocou a todos, pois me parece que ele era uma pessoa muito querida, muito dada aqui, em Guaxupé. Ele é o pai da Flávia, nossa assessora... e isto chocou a todos, até porque isto vinha de uma escalada crescente da violência e, de repente, atingiu uma pessoa assim, tão próxima. É aquele negócio: a gente sempre acha que as coisas só acontecem com os outros e nunca conosco. Mas, quando acontecem, aí você é chamado para a realidade. Mas, a homenagem ao Ademar é justa e fica meus pêsames à família”, finalizou dr. Milton.

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