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Autor: Carlos Alberto - Data: 16/05/2017 09:53

Henry Vitor é um dos presentes no aniversário de 105 de Guaxupé

Uma das peças da exposição, o quadro "Voltando" realça as cores no formato vertical
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Ao mesmo tempo em que o artista plástico Henry Vitor participa em São Paulo da 13ª Bienal Naif do Brasil, até 02 de julho, ele estará presente em Guaxupé para a exposição “Cantos do meu Canto”, comemorativa aos 105 anos de emancipação política do município. De 1º de junho a 08.06, Henry vai expor quase 30 trabalhos no foyer do Teatro Municipal. A abertura será no dia do aniversário, às 18h, e prossegue depois das 10 às 20h.
É a quinta vez que o artista expõe em sua terra natal. A primeira aconteceu no Clube Guaxupé, depois na sede da Cooxupé. A terceira foi a inauguração do espaço cultural do Teatro Municipal, em 2005. Dessa vez, ele produziu novos quadros, especialmente para o aniversário da cidade, que somarão a outras telas recentes, podendo ultrapassar 20 obras. Também serão expostos 08 giclées, que são impressões de alta definição de alguns quadros do artista. O preço de um giclée é em torno de 10 a 20% do valor da pintura original. Guaxupeano radicado em São Paulo, Henry Vitor tem 50 anos de carreira artística e se tornou um dos principais nomes da Pintura Naif do Brasil. Já participou das principais mostras e salões de arte do país. No exterior, somente no período de 1977 ao ano 2000, o artista marcou presença em 25 exposições internacionais de 13 países: Europa, América do Norte (EUA, Canadá) e Ásia (Japão, Coréia do Sul).  Por divulgar o nome de Guaxupé, Henry Vitor recebeu, no aniversário de 104 anos da cidade, a comenda Dr. Juquita.

Trabalho na terra

O cenário rural é uma das principais características na obra de Henry Vitor, que realiza trabalhos personalizados para grandes empresas do agronegócio, como a Cargill Fertilizantes. Atualmente, ele atende mais uma vez a multinacional Agroceres. Cartões de Natal com motivos sociais, para o Unicef e Associação de Assistência à Criança Deficiente, AACD, também fazem parte do extenso currículo do artista, que está sempre inovando.
A mais recente inovação nas exposições do artista são poemas que ele escreve. Graduado em Comunicação (Jornalismo e Publicidade), Henry atuou por 32 anos nessa área e preservou a habilidade para escrever. Em “Canto do meu Canto” haverá “poemas coloridos” que poderão complementar um quadro. Como exemplo, a tela “Sul de Minas”, produzida em 2012, ganhou o reforço de uma poesia. 

As nuvens não tem pressa, não tem dono, nem patrão.

Pra elas não adiantam porteiras, cercas, mata burro, prisão.

São donas do espaço.

Mas por aqui tem fulano, ciclano, beltrano, sócios do mundo e da vida.

Uns são donos de quase tudo, outros do quase nada.

Tudo tem metro e medida, lei no papel, documentos.

Mas pra que tudo isso? Você sabe a resposta?

Só para amansar o povo ou jogar mel no formigueiro?

Vamos sair por aí voando, colorindo céus, manhãs de junho, afugentando tempestades, rabiscos de mau tempo.

Que tal dar um susto nas aves de rapina?

Aqui pertinho nasce o dia.

O amanhã já levantou!  

Vamos?

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