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Autor: Carlos Alberto - Data: 05/04/2018 15:02

Ministério Público investiga suposta rede de pedofilia em Guaxupé

Dr. Thales: "Existem pessoas aproveitando de adolescentes e fazendo ameaças para que elas não os denunciem"
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O promotor de Justiça, dr. Thales Tácito Pontes Luz de Pádua Cerqueira, está na condução de um inquérito relativo à pedofilia dentro do Município. A informação foi transmitida por ele mesmo, durante sua palestra no "1º Seminário de Capacitação Legislativa", realizado pela Câmara de Vereadores, nestes dias 2 e 3 de abril. De acordo com o referido membro do Ministério Público, a Polícia Civil já está trabalhando para apurar uma possível rede de crimes sexuais cometidos por adultos, tendo crianças e adolescentes como vítimas.
Dr. Thales, que atua na área criminal, abriu o procedimento em conjunto com a PC, após tomar conhecimento de um caso de suposto abuso sexual contra uma adolescente. "Eu instaurei um inquérito, pois teve um caso, em particular, o qual não posso contar, pois está ligado à lei da Infância e Juventude, a criança foi abrigada, e eu estava em substituição a um colega que não estava na Comarca e eu fiquei como substituto legal. chegaram para mim, eu mandei trazer todas as peças em si porque, realmente, eu desconfiei que tem uma coisa maior. Ou seja: existem pessoas com uma certa idade, inclusive, aproveitando de adolescentes e fazendo ameaças para que estas adolescentes não contem o que está acontecendo", afirmou o promotor.
Indagado se poderia dar mais detalhes do trabalho em andamento, o representante do MP disse: "Ela foi abrigada morrendo de medo de que, por exemplo, a irmã, fosse prejudicada de alguma forma, com alguma ameaça! Pode ser um caso individual? Pode! Mas, minha intuição, até de promotor de Justiça, achou que pode ser aí uma coisa maior, uma rede de pedofilia que a gente, até por obrigação, precisa combater. Se vai ser ou não, não estou aqui para ficar profetizando uma coisa que não sei. A polícia está investigando e, então, mais à frente vai se tornar público", limitou-se ele.
Apesar de ainda estar em fase de apuração, o caso tem merecido uma dedicação especial da Promotoria, principalmente de episódios anteriores (divulgados ou não pela imprensa); "Como já houve um sinal aqui, não sei se vocês se lembram, de que a Polícia Federal esteve em Guaxupé, quando uma pessoa jovem, inclusive, estava com o computador cheio de elementos de pedofilia? Então, isto aí "ligou minha antena" no sentido de proteger essa infância e juventude. Sou promotor criminal para fazer uma investigação um pouco mais apurada disto aí", finalizou dr. Thales.

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