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Autor: Carlos Alberto - Data: 14/11/2017 16:08

Ari Cardoso também sugere a quebra de contrato entre Prefeitura e Copasa

O vereador Ari Cardoso usou como exemplo o caso de Bom Despacho, onde o prefeito, Cabral, rompeu com a Companhia pelas má qualidade
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O vereador Ari Cardoso também pediu o cancelamento do contrato entre a Prefeitura de Guaxupé e a Copasa, em 2011, para a administração do abastecimento de água e o tratamento e esgoto. Antes dele, seu colega de Câmara, Jorge Batista Bento da Paz (Jorginho), sugeriu ao governo municipal a quebra do contrato, por causa da falta de cumprimento, por parte daquela Companhia de Saneamento de Minas Gerais, do acordo firmado. Muito debatido nos últimos tempos, em Guaxupé, o assunto tem estampado a insatisfação popular, além de alguns políticos, com relação à morosidade na construção da Estação de Tratamento de Esgoto – ETE, assim como a tarifa de 50%, paga pela população a mais na conta d’água, pelos serviços de coleta e transporte dos detritos (o que ante era feito gratuitamente pela Prefeitura).

Ari manifestou-se durante o Grande Expediente da 18ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal, ocorrida nesta segunda-feira, 13 de novembro. Na ocasião, o parlamentar municipal usou como exemplo a postura do prefeito de Bom Despacho, Fernando Cabral, o qual cancelou o convênio com a Copasa no último dia 11, por causa de problemas com o tratamento de esgoto, a reposição de massa asfáltica e até o abastecimento de água. “É o que eu digo: já foram feitas três CPIs para apurar os problemas da ETE e até agora não deu em nada. Então, estou certo de que o governo municipal ou até nós mesmos, da Câmara, devamos pedir a quebra do contrato com a Copasa, pois se em Bom Despacho o prefeito conseguiu, nós temos motivos de sobra, com esta Usina que já devia estar pronta e esta tarifa descabida, que não era cobrada antes deste contrato mal feito!”, disse Ari Cardoso.

Conforme o Jornal JOGO SÉRIO tem divulgado, outros políticos, formadores de opinião e membros da sociedade guaxupeana estão insatisfeitos com a Copasa. O vereador Jorginho, no dia 28 de setembro último, após reunir-se com representantes da Companhia, na Câmara, foi taxativo ao pedir a rescisão unilateral do contrato. Mozart Faria, ex-secretário municipal de Meio Ambiente, também contrário à permanência da Copasa, defende (desde 2011) a implantação de uma autarquia que administre tanto a água quanto o esgoto da cidade. Legisladores das últimas duas vereanças, ainda, entraram com representações no Ministério Público, por conta da morosidade da ETE e a tarifa na conta d’água. Vale lembrar que a Usina começou a ser construída em 2013, com a assinatura da Ordem de Serviço, expedida pelo atual governo municipal. Apesar do contrato prever o término da obra para 2015, os serviços “arrastam-se” no Bairro Tomateiros, onde a Artec, empreiteira contratada, paralisou os serviços por várias vezes, sendo o último motivo a suspensão do repasse, de R$ 15 milhões, do governo federal, via FUNASA, para a construção da ETE (por supostas irregularidades no andamento dos serviços).

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