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Autor: Carlos Alberto - Data: 05/03/2018 10:58

Vereador Francis e deputada Geisa promovem evento sobre o combate à violência obstétrica

O evento foi coroado de sucesso, muito bem recebido pela comunidade e fortaleceu o trabalho de Francis e Geisa, enquanto legisladores
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O vereador Francis Osmar da Silva e a deputada estadual Geisa Teixeira promoveram, nesta noite de sexta-feira, 2 de março, o seminário “Combate à Violência Obstétrica”. O encontro contou com boa participação de público, em geral, tendo sido realizado na Câmara Municipal de Guaxupé. Desencadeado pela referida parlamentar estadual, o tema em questão integra o Projeto de Lei 4.677/2017, elaborado por ela, com vistas à proteção das gestantes, durante o pré-natal.

Francis, que conduziu a aberturado  do evento, ocupou Mesa Diretora com Geisa, além do presidente do Partido dos Trabalhadores em Guaxupé, dr. Everton de Lima Oliveira, e os vereadores Donizetti Luciano dos Santos (Zettinho) e Francisco Timóteo de Rezende (Chico). Empenhado em divulgar o tema da solenidade principalmente junto às mulheres, Francis destacou: “Sou morador da periferia e sei que as mulheres precisam muito de auxílio neste sentido. Fico feliz pelo fato da deputada Geisa ter escolhido Guaxupé para divulgar seu projeto e espero que beneficie a classe feminina”, disse o vereador, enquanto abria oficialmente aquela sessão.

Já com relação à Geisa, sua participação constou de um detalhamento a respeito do projeto, tendo a deputada destacado a quantidade de mulheres que enfrentam diferentes tipos de problemas: “Atos que ofendem, de forma verbal ou física, as mulheres gestantes e parturientes, antes, durante ou após o parto, são considerados violência obstétrica. Frases agressivas, recriminar a parturiente por qualquer comportamento como gritos, choro, medo, vergonha ou até mesmo dúvidas, discriminação, agressão física, psicológica, humilhação, procedimentos médicos coercivos ou não consentidos, falta de confidencialidade, graves violações da privacidade, recusa de internamento nas instituições de saúde, cuidado negligente durante o parto, entre outros atos, são classificados como violência obstétrica”, explicou Geisa.

Com o plenário da Câmara repleto de mulheres, homens, adultos e gente da terceira idade, o assunto foi amplamente discutido, com o envolvimento do público presente: “Eu sofri muita violência obstétrica numa de minhas gestações. Tanto, que perdi um bebê e, hoje, já não posso mais ter filhos, pois fiz laqueadura para não passar mais o que passei”, testemunho, às lágrimas, a dona de casa Rute Tenório Moreira de Oliveira, do Jardim Rosana. “Se Deus quiser, essa matéria será transformada em lei e as mulheres encontrarão voz e vez junto aos órgãos públicos de saúde. Não é justo que uma parturiente sofra qualquer violência durante a gestação”, complementou Andreia da Silva, do Parque dos Municípios.

Ao final, as explanações tanto de Geisa quanto dos participantes foram muito comemoradas: “Parabenizo a deputada Geisa, pois seus ensinamentos foram muito pertinentes. Que a lei possa auxiliar muita gente no Estado”, disse o ex-secretário de obras em Guaxupé, José Marcos Oliveira, que assessora o deputado federal Aelton Freitas. “A deputada abordou um tema de extrema relevância, uma pauta, acima de tudo, de Direitos Humanos, um tema feminista e progressista que atende a milhões de mulheres que sofrem esse tipo de violência em um momento tão especial e vulnerável de suas vidas”, pontuou o presidente do PT, dr. Everton. “Fico muito feliz por ela ter incluído Guaxupé na lista das cidades onde está divulgando seu projeto. Sou morador de área periférica em Guaxupé e sei o quanto as mulheres sofrem com a violência obstétrica. Portanto, acredito na Educação como instrumento transformador, para melhor. Sendo assim, defendo o projeto e, se Deus quiser, o transformaremos em lei também aqui no Município”, definiu Francis.

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