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Autor: Carlos Alberto - Data: 30/05/2018 13:45

Coordenadora do Procon divulga as providências tomadas contra supostos reajustes abusivos no preço do combustível em Guaxupé

Dra. Maria Amélia detalhou sua ação no caso em questão. Segundo ela, as providências legais foram tomadas
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A coordenadora do Procon de Guaxupé, dra. Maria Amélia Chueiri Abranches, participou da 8ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal, realizada nesta segunda-feira, 28 de maio. A profissional foi convidada para falar sobre a atuação do órgão público que representa, no que diz respeito às altas nos preços de combustíveis, praticadas por donos de postos locais, na noite desta quarta, 23, quando houve uma demanda excessiva por conta da greve dos caminhoneiros. Pressionada por consumidores revoltados com o reajuste supostamente ilegal, a advogada tomou as providências e prestou esclarecimentos à população.

“Na quarta-feira, após o almoço, recebi reclamações relativas ao Posto Violeta e o Posto Floresta. Me dirigi pessoalmente aos locais e não constatei irregularidade quanto à precificação. Até o fim do expediente, não recebi nenhuma reclamação. À noite, via redes sociais, comecei a receber, sendo que no dia seguinte me dirigi a todos os postos de Guaxupé e os notifiquei com base nas notícias de redes sociais e da imprensa. o Posto SP/Minas, o único que ainda funcionava, retornou os preços ao patamar praticado na manhã do dia 23, véspera da paralisação, e enviou documentação comprovando isto. Mas, isto não tira a questão discutida do preço que foi elevado na véspera (para até R$, 5,45, no caso da gasolina), que foi o questionamento feito pela população, em redes sociais, e por telefone”, informou Maria Amélia.

Conforme a legislação, o Procon investiga se houve ou não crime contra a economia popular: “Aguardo o prazo de dez dias, que eles têm para se justificar. Se a resposta não for satisfatória ao que a lei determina, sofrerão as sanções cabíveis. Gostaria de falar que foram tomadas as medidas cabíveis. Se eu tomasse medidas drásticas, como lacração e multa, eu cometeria abuso de poder. Muitos me questionaram sobre fiscalização, mas explico que o Procon Estadual, que lacrou e multou postos, tem fiscais, enquanto nós não temos este cargo. Não temos uma demanda para fiscal aqui em Guaxupé, pois o Procon trabalha muito mais na esfera preventiva do que na repressiva. Eu faço visitas regulares ao comércio para analisar a precificação e, ao receber reclamação, notifico o estabelecimento. Não entendemos ser conveniente a presença de um fiscal, que oneraria o Município sem necessidade”, explicou a coordenadora, que ao final do prazo dado aos donos de postos divulgará o resultado de seu trabalho e a conclusão dos procedimentos.

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