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Autor: Carlos Alberto - Data: 30/05/2018 19:23

Léo Moraes enaltece a força dos caminhoneiros, mas entende que greve deve terminar no País

Vereador, que é presidente da COOTRANS, apoiou a paralisação e amparou grevistas o tempo todo
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O vereador Leonardo Donizetti Moraes (Léo) fez um pronunciamento nesta segunda-feira, 28 de maio, durante a 8ª Sessão Ordinária, a respeito da paralisação das atividades dos caminhoneiros. Presidente da COOTRANS e empresário do setor de transportes, ele enalteceu a força dos profissionais da estrada, os quais promoveram uma greve geral entre estes dias 21 e 29, em praticamente todo o País, por conta do alto preço do diesel e o baixo valor do frete.
Léo, que durante todo o período de paralisação deu suporte aos cerca de quatrocentos manifestantes apostos nos trevos locais, elogiou a categoria: "Quero parabenizar a todos os meus irmãos caminhoneiros por serem, hoje, a maior força do País. Muitos, que às vezes ficam sem ver sua família por dias, semanas, meses e anos, merecem nosso total respeito. Que me desculpem os "engravatados", mas estes não têm forças para combater os caminhoneiros", comparou Léo, num irônico comentário à equipe do governo federal.
Com o movimento endurecido e a população sedenta de alimentos, combustível, remédios e matéria-prima para o trabalho, a greve tomou proporções inesperadas. "Nosso presidente foi infeliz ao colocar o Exército em cima da classe. Foi uma falha muito grande. Até quinta-feira a situação era uma, mas o presidente voltou atrás e fez um acordo com os caminhoneiros. Por isto, quero dizer a meus irmãos caminhoneiros que não desejo ver crianças e idosos morrendo, pois já está faltando até leite Nan, o que é gravíssimo", refletiu o vereador, que naquela segunda-feira já pedia o fim da paralisação.
Em meio à legitimidade da causa dos caminhoneiros e as consequências desastrosas da mobilização, Léo Moraes destacou o fato de que a população pagou um preço muito alto por conta da greve: "Em quinze dias, se a situação não se revolver, voltemos a manifestar, mas agora temos que "pensar grande", pois na presidência estão dispostos a ouvir a classe. Minha opinião é esta. Quero agradecer à população, que ajudou demais, mas agora já está faltando comida também nas casas. Está aí, mais do que provada, a força dos caminhoneiros, mas se continuar, vai começar a morrer gente", ponderou ele.
Ainda na Tribuna da Câmara, Léo Moraes fez um último apelo: "Que eles voltem, agora, a trabalhar, abastecer nosso País e, em quinze, vinte dias, o governo terá condições de resolver esta situação. Quero dizer à população que os caminhoneiros lutaram por toda a nação, pois o frete e o combustível mais baratos refletirão positivo para a população. Contudo, se continuar a greve faltará insumos para a agropecuária. Precisamos sim, negociar com o governo, mas a cada dia parado, o País se prejudicará ainda mais", finalizou Léo.

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