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Autor: Carlos Alberto - Data: 31/01/2018 11:23

Saiba como está sendo feito o combate à Febre Amarela em Guaxupé

Vacinação ocorre em cinco unidades na área urbana de Guaxupé; já na rural, equipes da Saúde Pública pretendem alcançar 100% da vacinação
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Ocorre, por estes dias, em praticamente todo o País, uma campanha de vacinação contra a Febre Amarela. Em Guaxupé, a imunização acontece nas unidades básicas de Saúde, distribuídas em pontos distintos. Apesar dos números apresentados pelo Ministério da Saúde, de que já houve 81 mortes pela doença no País, no Município a situação encontra-se controlada, conforme a Vigilância Epidemiológica. Diferente da situação de alerta máximo em estados como São Paulo, os guaxupeanos ainda podem manter a tranquilidade, embora seja muito importante prevenir-se das mais diversas formas.

A vacinação, em Guaxupé, acontece ente 8h e 16h, em dias úteis, nas UBS da Vila Campanha, Parque das Orquídeas, Jardim Planalto, Parque dos Municípios II e Vila Carloni. Também na zona rural tem sido feita uma intensificação, de casa em casa: “Por enquanto, não temos registrada, no Brasil, transmissão de Febre Amarela na zona urbana, mas sim nas áreas de mata. Então, a zona rural está toda mapeada e o trabalho da Vigilância Epidemiológica acontece com os PSFs do Jardim Aroeira e Taboão, pois alcançaremos 100% de adesão”, informou a coordenadora de Vigilância Epidemiológica da Prefeitura, Andreia de Medeiros Coelho Souza.

Com as notícias “pipocando” pelo Brasil, a população apresenta certa dificuldade em entender qual região está ou não problemática: “Na região, existe já caso confirmado, sendo que em Poço Fundo houve um óbito. E, no Estado de São Paulo, foi decretado como área de urgência e todos sabem que a divisa está a dez quilômetros daqui.  Então, nossa preocupação é esta, sendo que as pessoas que ainda não tomaram a vacina ou não possuem um registro procure a Vigilância”, recomendou Andreia, que advertiu também às pessoas que viajarão, neste carnaval, para áreas de risco, como matas, cachoeiras, acampamentos e outros: “Elas têm que tomar a vacina dez dias antes de viajarem”, complementou a profissional.

Já sobre as reações adversas, que podem levar a pessoa ao óbito, a Vigilância Sanitária de Guaxupé explica: “Isto serve para aquelas pessoas com alguma doença que pode comprometer o sistema epidemiológico, aquelas com a resistência baixa, pois a vacina é composta pelo vírus vivo. A vacina, nada mais é do que a ingestão do vírus para a produção de anticorpos e o devido combate à doença. Então, as pessoas com resistência baixa ou que estejam doentes devem ser avaliadas direitinho, pois mesmo com a vacina elas podem adoecer, ter complicações no fígado e outros. A melhor forma, neste sentido, é se prevenir, viajando para zona de risco só se não tiverem alternativa. Além disto, usar repelente, colocar tela protetora em suas casas e combater a proliferação do mosquito Aedes aegypti”, definiu Andréia.

 

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