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Autor: Carlos Alberto - Data: 17/01/2019 13:36

Índice de infestação do mosquito Aedes em Guaxupé está abaixo do tolerável pelo MS

Ações efetivas por parte da Secretaria Municipal de Saúde e conscientização popular foram elencadas como sendo as responsáveis pelos números positivos
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A comunicação social da Prefeitura de Guaxupé divulgou, nesta quinta-feira, 17 de janeiro, os números atualizados sobre o nível de infestação do mosquito Aedes aegypti no Município. Com um nível de 2,0%, os índices encontram-se bem abaixo do tolerável pelo Ministério da Saúde, que varia entre 1% e 4%, dentro do período sazonal. Transmissor da dengue, febre amarela, Zika vírus e Chikungunya, o inseto em questão tem sido combatido com rigor por parte da Secretaria Municipal de Saúde, mas a conscientização popular também está sendo elencada como uma das principais armas no combate ao mal em questão.

O levantamento foi feito entre os últimos dias 2 e 8 de janeiro, por meio do sistema “Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa)”, da Vigilância em Saúde, tendo os números colocado Guaxupé na chamada “faixa amarela”, que corresponde a médio risco para ocorrência das doenças motivadas pelo mosquito transmissor. “A metodologia do LIRAa divide Guaxupé em estratos que variam de 8.100 a 12 mil imóveis, com características semelhantes. Em cada estrato são pesquisados, em média, 430 imóveis. A pesquisa identifica os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do Aedes aegypti. Além disso, conseguimos saber, em curto espaço de tempo, quais áreas têm alta infestação, além de ser possível identificar quais os tipos de criadouros preferenciais em cada estrato, visando realizar atividades específicas e alertar a população por meio de mobilizações sociais”, explicou Jurema Peres, diretora da Vigilância em Saúde.

Dos 1.287 imóveis/terrenos vistoriados em Guaxupé, foram encontrados vinte e seis focos positivos. Com o médio índice registrado no município, a Vigilância em Saúde orienta a população para que se mantenha a atenção: “Estamos num período de chuvas, vistoriando semanalmente suas residências e eliminando todos os objetos que possam servir de criadouro do mosquito. Mas não adianta somente o esforço e trabalho dos agentes de vetor. A população também precisa fazer sua parte!”, disse a diretora. Segundo ela, o baixo índice de infestação pelo Aedes aegypti pode ser atribuído ao constante trabalho de prevenção e conscientização que vem sendo feito pela Secretaria Municipal de Saúde, via Vigilância em Saúde. Isto, além da também colaboração da população. “As ações de combate aos criadouros do mosquito são realizadas o ano inteiro, mesmo nos meses de baixa incidência da doença, e reforçados nos meses mais quentes”, finalizou Jurema. Outras informações poderão ser obtidas diretamente na Vigilância em Saúde, por meio do telefone 3551-2719.

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