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Autor: Carlos Alberto - Data: 07/01/2021 07:49

Cooxupé é contra o aumento do ICMS dos alimentos no estado de SP

Carlos Augusto, presidente da Cooxupé: "Um aumento de custo de produção neste momento tão importante de nossa cultura pode comprometer diretamente a safra em curso e ainda gerar uma alta inaceitável nos custos para a manutenção"
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A Cooxupé (Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé) oficializa seu posicionamento contrário ao aumento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) no estado de São Paulo, que já está em vigor desde 1º de janeiro.

A nova cobrança, além de ter a possibilidade de ajustar em até 13% os preços de alimentos básicos como carne, leite, frutas e vegetais praticados para o consumidor final, trará também um aumento de custo de produção nas lavouras em todas as culturas - alguns produtos e insumos agrícolas que antes não eram taxados, como adubos e fertilizantes, produtos veterinários, defensivos e rações, por exemplo, passam a ter uma taxa de 4,14%.

"O ano de 2020 foi atípico e juntos, com base no cooperativismo forte e unido, foi possível mostrar sinais de recuperação diante de uma das maiores recessões da história", ressalta Carlos Augusto, presidente da Cooxupé, que é formada por mais de 15 mil produtores, em sua grande maioria pequenos e médios agricultores que empenham seu papel diariamente - com base na agricultura familiar - e que estão suscetíveis aos desafios do clima e outras adversidades na lavoura.

"Um aumento de custo de produção neste momento tão importante de nossa cultura pode comprometer diretamente a safra em curso e ainda gerar uma alta inaceitável nos custos para a manutenção", completa Carlos Augusto. A Cooxupé acredita que este aumento, considerado na empresa como "não eficiente", mostra com pesar a falta de comprometimento e planejamento dos poderes executivo e legislativo em equilibrarem as contas públicas.
A Cooxupé (Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé) oficializa seu posicionamento contrário ao aumento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) no estado de São Paulo, que já está em vigor desde 1º de janeiro.

A nova cobrança, além de ter a possibilidade de ajustar em até 13% os preços de alimentos básicos como carne, leite, frutas e vegetais praticados para o consumidor final, trará também um aumento de custo de produção nas lavouras em todas as culturas - alguns produtos e insumos agrícolas que antes não eram taxados, como adubos e fertilizantes, produtos veterinários, defensivos e rações, por exemplo, passam a ter uma taxa de 4,14%.

"O ano de 2020 foi atípico e juntos, com base no cooperativismo forte e unido, foi possível mostrar sinais de recuperação diante de uma das maiores recessões da história", ressalta Carlos Augusto, presidente da Cooxupé, que é formada por mais de 15 mil produtores, em sua grande maioria pequenos e médios agricultores que empenham seu papel diariamente - com base na agricultura familiar - e que estão suscetíveis aos desafios do clima e outras adversidades na lavoura.

"Um aumento de custo de produção neste momento tão importante de nossa cultura pode comprometer diretamente a safra em curso e ainda gerar uma alta inaceitável nos custos para a manutenção", completa Carlos Augusto. A Cooxupé acredita que este aumento, considerado na empresa como "não eficiente", mostra com pesar a falta de comprometimento e planejamento dos poderes executivo e legislativo em equilibrarem as contas públicas.

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