Autor: Bia do Jornal JOGO SÉRIO - Data: 13/01/2026 17:39

Polícia Civil indicia candidata a vereadora e suposto "laranja" por desvio de recursos do fundo eleitoral em São Sebastião do Paraíso

Investigação aponta possível candidatura fictícia para apropriação de verba pública nas eleições municipais de 2024
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A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), por meio da Delegacia Regional de São Sebastião do Paraíso, indiciou uma candidata a vereadora nas eleições municipais de 2024 e um homem apontado como suposto “laranja” por suspeita de desvio de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC).

Segundo as investigações, à época dos fatos, a candidata também exercia a presidência do diretório municipal do partido pelo qual concorreu. Ela teria recebido cerca de R$ 8 mil provenientes do fundo eleitoral e destinado todo o valor a uma única pessoa, apresentada oficialmente como coordenador geral de sua campanha.

De acordo com a apuração policial, o beneficiário do repasse aparenta ser analfabeto e não possuir qualificação técnica ou experiência compatível com a função declarada, o que levantou suspeitas quanto à real finalidade da transferência dos recursos.

Os indícios de irregularidades foram inicialmente identificados pela Justiça Eleitoral e pelo Ministério Público Eleitoral, a partir da análise da prestação de contas da campanha, motivando o aprofundamento das investigações pela Polícia Civil. O suposto coordenador de campanha também foi indiciado, sob a suspeita de ter atuado como “laranja” no esquema.

Outro fator considerado relevante no inquérito foi o desempenho eleitoral da candidata, que obteve apenas dois votos no pleito de 2024. Para o delegado Rafael Gomes, responsável pelo caso, há fortes indícios de que a candidatura tenha sido meramente formal, com o objetivo de viabilizar a apropriação dos recursos públicos, prática conhecida como “candidatura fantasma”.

A candidata e o suposto coordenador foram indiciados pelo crime de apropriação de valores destinados ao financiamento eleitoral, previsto no Código Eleitoral, cuja pena pode chegar a seis anos de reclusão, além de multa.

A Polícia Civil também representou pela quebra do sigilo bancário dos investigados. Com a conclusão das diligências, o inquérito será encaminhado à Justiça Eleitoral, onde o Ministério Público Eleitoral analisará a adoção das medidas criminais cabíveis. - AJUDE O jornal que lhe informa a todos os momentos: faça um PIX de qualquer valor para 11.086.919/0001-66. - CLIQUE AQUI e receba os conteúdos do JOGO SÉRIO em seu whatsapp. - NESSE LINK, você passa a seguir a nova fanpage/facebook Jornal JOGO SÉRIO. - A QUALQUER instante, acesse www.jornaljogoserio.com.br e fique muito bem informado.

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